

" A cada um segundo a sua obra "
Presidente atual - José Raimundo de Lima - 1985 até hoje
A gestão de José Raimundo de Lima tem sido marcada pela ampliação do alcance da mensagem espírita. Quando assumiu a Presidência, a Paraíba contava com 54 centros espíritas. Hoje são 124, distribuídos em todas as regiões do estado. Investiu no campo da “unificação”, adequação e orientação ao Centro Espírita, com o objetivo de interiorizar as ações da FEPb. Neste processo de descentralização das atividades e, ao mesmo tempo, de unificação do Movimento, seguindo os moldes da FEB, criou as coordenadorias regionais em todas as regiões. Incentivou a presença de espíritas paraibanos nos eventos nacionais e internacionais.
Massificação Espiritismo - Durante sua gestão têm sido incentivadas e implantadas diversas estratégias, visando a massificação da mensagem espírita: 1) a instalação de um stand na UFPb, hoje funcionando no Ponto de Cem Réis. 2) Programa de rádio “A Voz do Consolador” 3) Vários eventos: feiras de livros, seminários, congressos, workshop, Enesp no Carnaval. 4) Arte e cultura espírita: criação do Grupo Acorde, grupo de teatro Encena, coral.
Campanha “Divulgando a Imortalidade” - O projeto de massificação espírita da FEPb está coroado por uma campanha que vem dando certo desde sua criação, em 2003: “Divulgando a Imortalidade”, no período de Finados, ressalta a continuidade da vida após a morte física.. Mais detalhes em Espiritismo paraibano na nova era
PERFIL - José Raimundo de Lima nasceu em Areia-PB. Formado em Direito, ingressou no Ministério Público paraibano em1978, onde já exerceu diversos cargos de relevância e atualmente é procurador de Justiça. Foi professor da Universidade Federal da Paraíba.
6º presidente - Laurindo Cavalcante de Araújo - 1973 a 1985
Assumiu a presidência em fevereiro de 1973. Ele, então ex-vice-presidente, retoma o trabalho administrativo e social, visando, acima de tudo, estabelecer, de forma mais concreta, o Movimento Espírita do Estado, sem perder o foco nos vínculos da FEPb com os Centros Espíritas filiados. O movimento tomou novos rumos, com a criação de eventos, visitas às sociedades adesas, criações de cursos, conferências realizadas por dezenas de expositores do Sul do País, a exemplo de Deolindo Amorim. Divaldo Pereira Franco vinha com mais freqüência.
Em 1978, a FEPb sediou o primeiro Zonal da FEB, com a participação de componentes de vários estados nordestinos para a aprovação do Opúsculo Orientação ao Centro Espírita, já tratado em reuniões de diferentes regiões do Brasil. Os participantes do Zonal contribuíam para uma melhor redação dos textos daquele importante trabalho para, finalmente, na reunião do Conselho Federativo Nacional ser decidido o texto final, editado em 1980.
Providenciou ampliação de área no prédio do Lar da Criança, entidade também dirigida por ele, e a reforma na sede da Federação, na Lagoa. Depois de 63 anos ocorreu, pela primeira vez, a mudança do Estatuto da FEPb, adaptando-o às novas necessidades. O Conselho Administrativo passou a chamar-se Conselho Superior da FEPb e iniciou-se o trabalho maior que era: a reformulação do Conselho Federativo Estadual. Mais detalhes em História de FEPb.
PERFIL - Laurindo Cavalcante de Araújo nasceu no Engenho Urucu (Alagoa Nova) dia 02 de outubro de 1918. Economista e contador, foi funcionário do Ministério da Fazenda e professor de Economia, na Universidade Federal da Paraíba.
5º presidente - José Augusto Romero - 1929 a 1973
O mandato durou 44 anos. Cresceu o Movimento Espírita com viagens ao interior, onde ainda não estava consolidado o Espiritismo. Já existiam quatro centros na capital. Depois foram criados mais três. Para haver maior intercâmbio entre as sociedades espíritas, Romero criou a Casa dos Espíritas da Paraíba, para aglutinar os Centros Espíritas da capital e dar melhor direcionamento do trabalho unificador do Espiritismo na Paraíba.
Em onze anos de funcionamento da Casa dos Espíritas, prestou à comunidade relevante trabalho. Em 1953 já unia como Centros Espíritas adesos a FEPb cerca de 15 sociedades coesas em torno da Unificação. Com o “Pacto Áureo”, assinado no Rio de Janeiro pela FEB, terminava a tarefa da Casa dos Espíritas da Paraíba. Ela foi substituída pela instalação do Conselho Federativo Estadual, na própria Federação Paraibana, em janeiro de 1953.
Por iniciativa de Romero foi fundado o jornal “Paraíba Espírita”, em fins de 1951. Já no período de 1953 a 1964 aconteceu a divulgação radiofônica. O programa “Neblina Espiritual”, irradiado pela Rádio Tabajara, complementava o serviço de propaganda doutrinário levando ao grande público a mensagem que a FEPb propunha. Dia 07 de setembro de 1973, às 9 horas da manhã, ele retorna à pátria espiritual. Mais detalhes em História de FEPb.
PERFIL - José Augusto Romero nasceu na cidade de Alagoa Nova, dia 02 de abril de 1891. Estudou no Seminário Arquidiocesano, mas por falta de vocação, trocou pelo magistério. Foi adjunto de promotor público e secretário do Distrito de Obras contra as Secas.
4º presidente - José Rodrigues Ferreira - 1925 a 1929
Um presidente americano - De 17 de janeiro de 1924 até 1928, a FEPb tem novo presidente: o engenheiro José Rodrigues Ferreira. Apesar de ter nascido no Brooklin em Nova York (EUA), filho de cônsules brasileiros naquela cidade, firmou raízes de profundo afeto no solo paraibano e divulgou o Espiritismo inclusive no Alto Sertão da Paraíba. Seu corpo foi sepultado no cemitério de Aparecida, cidade que fica a 16 Km de Sousa, tendo no seu túmulo a inscrição existente no túmulo de Kardec, sendo em português: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”.
3º presidente - João Gomes Coelho - 1924 a 1925
Em 17 de janeiro de 1924 foi eleita uma nova diretoria que ficou assim composta: Presidente - João Gomes Coelho; Vice - Eugênio Ribas Neiva; 1º. Secretário - Getúlio Cézar; 2º. Secretário - João Bernardo de Freitas; Tesoureiro - Aníbal de Gouveia Moura; Bibliotecário - Manoel Francisco Rabelo.
2º presidente - Eugênio Ribas Neiva - 1923 a 1924
Em 1923 houve registro de mudança da diretoria, de acordo com a revista “O Além”, órgão de divulgação da FEPb, que noticia a seguinte diretoria cujo mandato transcorreu até 17 de janeiro de 1924: Presidente - Eugênio Ribas Neiva, Vice - Severino Lucena, 1o. Secretário - Diógenes Caldas, 2o. Secretário - Júlio Ataíde, Tesoureiro - João de Brito Gouveia Moura, Bibliotecário - Manoel Francisco Rabelo.
1º presidente - Manoel Alves de Oliveira - 1916 a 1923
Foram seis anos de mandato. A semente de construção do Movimento Espírita paraibano foi plantada na residência do cidadão Manoel Alves de Oliveira. Ali, nos idos de 1916, se realizavam “Sessões de Caridade” (hoje “Sessões Mediúnicas”), onde eram atendidas pessoas de todas as condições sociais, com a doutrinação de espíritos enfermos, o passe, a água fluidificada e o consolo da Doutrina dos Espíritos. Foi naquele lar que um reduzido número de pessoas resolveu fundar uma Sociedade Espírita. Dentre as discussões sobre a denominação, se Centro Espírita ou Núcleo Espírita, dentre outras, prevaleceu a idéia de ser uma Federação.