Em 1950, Laurindo Cavalcante era 2º Secretário, sincero, fiel, cooperativo e honesto trabalhador, granjeou a confiança e a estima do presidente José Augusto Romero que na eleição de 1952, o colocou na diretoria executiva como vice-presidente da FEPB, cargo que ocupou até 1972, em sucessivas reeleições. Fato digno de registro: na noite de 19 de abril de 1968 foi o debate de Laurindo Cavalcante e Pe. Quevedo, acontecido no Teatro Santa Roza onde o conhecido detrator católico da Doutrina dos Espíritos afirmava arrevezadamente a inexistência da comunicação dos Espíritos sendo que para ele os fenômenos psíquicos ou eram produtos da mente humana ou do demônio entre outros assuntos debatidos perante a distinta platéia.
Na ocasião, diante do auditório lotado o então vice-presidente da FEPB usou da palavra, para rechaçar ponto por ponto os argumentos no contendor, sendo aplaudido pelos presentes pelo esforço intelectual, confirmando ainda, de forma indiscutível, elementos e princípios da Doutrina dos Espíritos, sem ofensas e ataques à religião alheia ou às pessoas. O debate termina num clima de paz com os debatedores apertando-se as mãos num acordo de paz. Não seria dessa vez que o Pe. Quevedo conseguiria incutir na mente popular as suas idéias notoriamente anti-espíritas, porque o sr. Laurindo conseguira convencer os ouvintes com a integralidade, beleza, sinceridade e, sobretudo firmeza dos argumentos advindos da codificação Kardequiana.
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